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Administração distrital contesta alegações sobre a situação financeira do banco e reforça cumprimento da Lei Orgânica

O governo do Distrito Federal emitiu nota oficial negando a utilização de recursos do Tesouro distrital para prestar apoio financeiro ao Banco de Brasília (BRB). A instituição financeira enfrenta atualmente desafios relacionados à sua liquidez e capital, cenário associado ao seu envolvimento com o Banco Master.
Em seu comunicado, o governo distrital classificou as especulações sobre o uso de verbas públicas como um desserviço à economia local. Segundo a administração, tais alegações representariam tentativas de interferência em negociações vigentes para a formalização de um acordo com o Fundo Garantidor de Créditos (FGC), processo que conta com determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).
A nota oficial esclarece que a Lei Orgânica do Distrito Federal estabelece a obrigatoriedade de que o Executivo recolha as receitas do Tesouro ao BRB, além de realizar o pagamento de servidores por meio da instituição. O banco também é utilizado como instrumento para a implementação de políticas públicas locais.
Relatos veiculados anteriormente indicavam um agravamento na liquidez do banco, sugerindo que o caixa estaria sendo mantido de forma artificial enquanto o governo enfrentaria atrasos em pagamentos de setores como saúde e educação. Paralelamente, a governadora Celina Leão (PP) tem descartado a possibilidade de privatização da instituição.
O BRB aguarda a viabilização de um empréstimo de R$ 6,60 bilhões junto ao FGC para reforçar sua capitalização. No entanto, a operação enfrenta resistência por parte de instituições financeiras que garantiriam o negócio, gerando incertezas sobre a conclusão da medida, mesmo com a intermediação do Executivo e do STF.
Fonte: InfoMoney
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Pai de jovem de 26 anos registrou boletim de ocorrência na PCDF alegando desvio de valores e venda indevida de veículo

O pai de Leonardo Siqueira Alves, um brasiliense de 26 anos, registrou um boletim de ocorrência contra o filho na Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A denúncia foi formalizada na madrugada do último sábado (18/7), logo após o jovem ser localizado.
De acordo com o relato de Gabriel Alves dos Santos, pai de Leonardo, o filho teria desviado pelo menos R$ 63.812,46 de suas contas bancárias. Além da movimentação financeira, o pai afirma que o jovem vendeu um veículo que lhe pertencia sem autorização.
Leonardo Siqueira Alves havia sido dado como desaparecido em São Paulo no dia 12 de julho. O período de ausência durou cinco dias, sendo o jovem encontrado na sexta-feira (17/7).
O caso segue sob análise das autoridades competentes, que apuram as circunstâncias das acusações de estelionato feitas pelo genitor contra o filho após o desfecho do desaparecimento.
Fonte: Metrópoles
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