Documento oficial detalha acusações de infiltração, sabotagem e apoio a grupos armados por Havana desde 1959

O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou, nesta segunda-feira (20.jul.2026), um relatório que aponta a existência de uma campanha de espionagem e subversão conduzida por Cuba em território norte-americano. Segundo o documento, as atividades teriam ocorrido ao longo de 67 anos, desde o início da Revolução Cubana em 1959.
O texto detalha que Havana teria infiltrado agentes em altos escalões do governo dos EUA, além de recrutar e treinar gerações de ativistas e oferecer suporte a grupos armados de esquerda. O relatório classifica a estratégia cubana como um modelo de guerra de desgaste prolongada, fundamentada em sabotagem e na criação de redes de aliados.
De acordo com o governo norte-americano, o objetivo de Cuba seria promover uma revolução marxista no hemisfério. O documento ainda associa a influência cubana a movimentos sociais recentes ocorridos nos Estados Unidos, incluindo os protestos registrados após a morte de George Floyd em 2020.
A publicação ocorre em um cenário de intensificação da pressão política da gestão de Donald Trump sobre a ilha. Em junho, o presidente norte-americano impôs sanções a indivíduos ligados ao governo cubano. O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que o regime cubano atua como o principal patrocinador do esquerdismo radical no país há mais de seis décadas.
Fonte: Poder360
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