Partido questiona origem dos recursos utilizados na participação do presidente argentino em convenção do PL e uso de estrutura estatal
Partido questiona origem dos recursos utilizados na participação do presidente argentino em convenção do PL e uso de estrutura estatal
Partido busca presença de Lula para oficializar nome de Josué Gomes na chapa de Patrus Ananias
Presidente não comparecerá ao primeiro debate televisivo devido a compromisso de lançamento de campanha em São Bernardo do Campo

A equipe de campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém divergências internas sobre a participação do petista em debates eleitorais para o pleito de 2026. Segundo informações, a estratégia será definida de forma individual para cada evento, dependendo da agenda do candidato.
Até o momento, não existe um consenso entre os integrantes do núcleo duro da campanha, que tratam o tema como incipiente. A decisão final sobre o comparecimento aos debates caberá exclusivamente ao presidente.
No dia 16 de agosto, data marcada para o primeiro debate presidencial organizado pela Band em parceria com outros veículos de comunicação, Lula dará início oficial à sua campanha de reeleição. O evento ocorrerá no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo (SP), local historicamente ligado à trajetória sindical do petista.
A participação no debate televisivo foi descartada para esta data, uma vez que a preparação necessária para o programa conflitaria com o ato político no ABC paulista. A expectativa é que, inicialmente, a campanha priorize agendas de rua e encontros com aliados.
Historicamente, o presidente possui um precedente de ausência em debates de primeiro turno, ocorrido em 2006. Naquela ocasião, a estratégia foi adotada sob a avaliação de que a vitória seria consolidada ainda na primeira rodada de votação, o que não se concretizou.
Fonte: Poder360
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Chefe de gabinete e número 2 da Secom deixam cargos no governo para integrar coordenação da candidatura à reeleição

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva promoveu alterações em sua equipe de governo para fortalecer a estrutura de sua campanha à reeleição. A dez dias da oficialização da candidatura, o chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, e o número 2 da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Tiago Cesar dos Santos, deixaram seus postos no Palácio do Planalto.
Ambos passam a integrar a equipe coordenada pelo presidente do PT, Edinho Silva. Marcola, auxiliar próximo de Lula desde 2018, atuava na gestão da agenda presidencial, incluindo a definição de viagens e eventos. Na campanha, ele dividirá a coordenação da agenda com Gilberto Carvalho, repetindo a parceria estabelecida em 2022.
Tiago Cesar dos Santos, considerado homem de confiança do ministro da Secom, Sidônio Palmeira, terá atribuições voltadas à estratégia, criação e logística de comunicação. A movimentação ocorre em um cenário de disputa interna na comunicação da campanha, que envolve diferentes núcleos responsáveis pelo marketing de rádio, TV e redes sociais.
Enquanto o grupo de Sidônio Palmeira busca ampliar sua influência, o comando das redes sociais do presidente, que somam 14,7 milhões de seguidores no Instagram, permanece sob gestão de outros profissionais, como a jornalista Nicole Briones e o fotógrafo Ricardo Stuckert. O ministro da Secom deve, a princípio, manter suas funções no governo sem participação formal na campanha.
Fonte: InfoMoney
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Partido utiliza estratégia digital para associar medidas comerciais à oposição e reforçar imagem do governo Lula

O Partido dos Trabalhadores (PT) lançou uma nova estratégia de comunicação focada na imposição de tarifas de 25% pelos Estados Unidos sobre exportações brasileiras, medida que entrou em vigor nesta quarta-feira (22). Sob o slogan O Brasil Não Se Entrega, a legenda busca transformar o cenário comercial em um pilar central de sua atuação política.
A iniciativa visa consolidar a imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como um defensor da soberania nacional. Simultaneamente, o partido trabalha para associar o desgaste econômico gerado pelas tarifas ao senador Flávio Bolsonaro (PL), principal nome da oposição na disputa pelo Palácio do Planalto.
Para ampliar o alcance da narrativa, o PT utiliza a plataforma Porta-Vozes, que padroniza conteúdos para a militância digital. Entre os materiais já distribuídos, consta um áudio do vice-presidente Geraldo Alckmin convocando filiados para a mobilização em torno do tema.
A estratégia também prevê a intensificação da comunicação sobre o Pix e a defesa de setores industriais afetados pelas barreiras comerciais. O governo pretende destacar os impactos sobre o emprego e a preservação de recursos estratégicos, como minerais e terras raras, elevando a discussão para além dos efeitos econômicos imediatos.
O objetivo político da legenda é aumentar o custo de imagem da oposição em relação ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, buscando fortalecer a identificação do eleitorado com a atual gestão federal.
Fonte: InfoMoney
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Deputado Lindbergh Farias defende que embate eleitoral ocorra nas urnas após senador questionar sistema de votação

O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não pretende acionar a Justiça Eleitoral para solicitar a inelegibilidade do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração, feita em vídeo publicado nas redes sociais na terça-feira (21.jul.2026), ocorre após o senador questionar, sem apresentar provas, a confiabilidade das urnas eletrônicas durante reunião com embaixadores estrangeiros.
Segundo o parlamentar, a estratégia do PT prioriza o enfrentamento político direto nas urnas. Para Farias, buscar a via judicial para cassar os direitos políticos do senador seria contraproducente, pois forneceria à oposição elementos para construir uma narrativa de vitimização e perseguição política.
O deputado associou a postura de Flávio Bolsonaro a uma estratégia de internacionalização de críticas ao sistema eleitoral, comparando o comportamento do senador ao do ex-presidente Jair Bolsonaro. O ex-presidente, vale lembrar, encontra-se inelegível desde 2023 por decisão da Justiça Eleitoral, fundamentada em abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação em episódio semelhante, ocorrido em 2022.
Lindbergh Farias argumentou que a insistência em questionar a lisura do pleito visa preparar o terreno para futuras contestações de resultados. O deputado classificou a iniciativa como uma tentativa de angariar apoio externo, mencionando especificamente os Estados Unidos, e alertou para possíveis desdobramentos jurídicos caso o senador persista na linha de questionamento do sistema democrático.
Fonte: Poder360
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Ex-presidente do PSL, partido que abrigou a candidatura de Jair Bolsonaro em 2018, comporá a chapa de Humberto Costa

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco oficializou a indicação de Luciano Bivar para a vaga de primeiro suplente na chapa de reeleição do senador Humberto Costa (PT). Bivar presidiu o PSL durante o ano de 2018, período em que a legenda serviu de base para a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República.
A escolha de Bivar, embora tenha gerado surpresa em parte da militância petista, foi defendida por Humberto Costa. O senador justificou a aliança argumentando que Bivar rompeu com o bolsonarismo após divergências internas no PSL, relacionadas ao controle do fundo partidário e à gestão da sigla. Segundo Costa, o ex-presidente do PSL tem atuado como base de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A movimentação política insere Bivar na aliança que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco. Além da chapa ao Senado encabeçada por Humberto Costa, o grupo político também conta com o nome de Marília Arraes (PDT) para a disputa das vagas legislativas, dado que o estado elegerá dois representantes para a Casa neste pleito.
Fonte: InfoMoney
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Evento de lançamento será realizado no estádio 1º de Maio, em São Bernardo do Campo, no dia 16 de agosto

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) oficializou o início de sua campanha para a reeleição em 2026. O ato de abertura está marcado para o dia 16 de agosto, às 10h, no estádio 1º de Maio, localizado em São Bernardo do Campo (SP). O local, historicamente conhecido como estádio da Vila Euclides, foi palco da trajetória sindical de Lula entre o final da década de 1970 e o início dos anos 1980.
O estádio ganhou notoriedade por ter sido o centro das greves dos metalúrgicos do ABC em 1979, movimento que reivindicava um reajuste salarial de 78,1%. A ocupação do espaço foi necessária devido à grande adesão dos trabalhadores, que superava a capacidade da sede sindical da época. O local também é considerado um marco para a fundação da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e do Partido dos Trabalhadores.
Antes do início da campanha, o PT realizará sua convenção oficial no dia 2 de agosto, às 10h, no Expo Center Norte, em São Paulo. O evento confirmará a candidatura de Lula à Presidência, mantendo o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na chapa. Caso eleito, o petista exercerá seu quarto mandato à frente do Executivo federal.
O primeiro turno das eleições de 2026 está agendado para o dia 4 de outubro. Em caso de necessidade de um segundo turno, a votação ocorrerá em 25 de outubro. Durante visita ao estádio em junho de 2023, o presidente relembrou sua trajetória no local, destacando a importância histórica do espaço para sua carreira política.
Fonte: Poder360
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Deputado federal oficializou a decisão em vídeo e aguarda convenção partidária marcada para o final de julho

O deputado federal Patrus Ananias (PT) confirmou oficialmente sua pré-candidatura ao governo de Minas Gerais. O anúncio foi realizado por meio de um vídeo divulgado nas redes sociais, no qual o ex-ministro e ex-prefeito de Belo Horizonte afirmou ter sido convocado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A oficialização do nome de Ananias deverá ocorrer durante a convenção estadual do Partido dos Trabalhadores, agendada para o dia 31 de julho. O parlamentar declarou a intenção de percorrer o estado para dialogar com a população e elaborar propostas para a gestão estadual.
A decisão do PT em lançar um candidato próprio para o Executivo mineiro ocorre após meses de espera por uma definição do senador Rodrigo Pacheco (PSB), que optou por encerrar sua vida pública. Anteriormente, o nome de Marília Campos, ex-prefeita de Contagem, era cotado para a disputa, mas a política manteve sua pré-candidatura ao Senado.
Com a definição de Patrus Ananias, a legenda busca agora articular uma aliança com o PSB para compor a chapa. O ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome assume o posto após o fortalecimento de seu nome nas discussões internas do partido nos últimos dias.
Fonte: Diário do Grande ABC
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Deputado federal pelo PT oficializou a decisão nas redes sociais no início do período de convenções partidárias

O deputado federal Patrus Ananias (PT-MG) anunciou, nesta segunda-feira (20), que é pré-candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições de outubro. O parlamentar divulgou a decisão por meio de um vídeo em suas redes sociais, declarando a intenção de percorrer o estado para dialogar com a população e elaborar propostas para a campanha.
O anúncio coincide com o primeiro dia do período destinado às convenções partidárias. De acordo com o calendário estabelecido pela Justiça Eleitoral, os partidos e federações possuem prazo até o dia 5 de agosto para realizar as convenções, oficializar as candidaturas e definir as coligações para os cargos majoritários.
Patrus Ananias possui trajetória política iniciada na Câmara Municipal de Belo Horizonte, onde atuou como vereador entre 1989 e 1992. Posteriormente, ocupou o cargo de prefeito da capital mineira de 1993 a 1996. Em sua carreira no Executivo federal, comandou o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, a partir de 2004, durante a gestão do presidente Lula, e o Ministério do Desenvolvimento Agrário, em 2015, sob a presidência de Dilma Rousseff.
Advogado e professor da PUC Minas, o pré-candidato também exerceu mandatos como deputado federal, eleito inicialmente em 2002 e retornando à Câmara em 2014 e 2016. Em sua declaração, o parlamentar enfatizou o desejo de construir um novo caminho para o estado em diálogo com as diferentes regiões mineiras.
Fonte: Jovem Pan
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