Levantamento da Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores e apresenta cenários para as eleições de 2026

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Ex-presidente do PSL, partido que abrigou a candidatura de Jair Bolsonaro em 2018, comporá a chapa de Humberto Costa

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) em Pernambuco oficializou a indicação de Luciano Bivar para a vaga de primeiro suplente na chapa de reeleição do senador Humberto Costa (PT). Bivar presidiu o PSL durante o ano de 2018, período em que a legenda serviu de base para a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência da República.
A escolha de Bivar, embora tenha gerado surpresa em parte da militância petista, foi defendida por Humberto Costa. O senador justificou a aliança argumentando que Bivar rompeu com o bolsonarismo após divergências internas no PSL, relacionadas ao controle do fundo partidário e à gestão da sigla. Segundo Costa, o ex-presidente do PSL tem atuado como base de apoio ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
A movimentação política insere Bivar na aliança que apoia a candidatura de João Campos (PSB) ao governo de Pernambuco. Além da chapa ao Senado encabeçada por Humberto Costa, o grupo político também conta com o nome de Marília Arraes (PDT) para a disputa das vagas legislativas, dado que o estado elegerá dois representantes para a Casa neste pleito.
Fonte: InfoMoney
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Parlamentares rejeitaram o candidato indicado por Abelardo de la Espriella para a presidência do Senado
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O presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella, enfrentou seu primeiro revés político no Congresso nesta segunda-feira (20). Em votação para a presidência do Senado, os parlamentares rejeitaram o nome indicado pelo futuro governo, optando por um integrante do partido ligado ao ex-presidente Álvaro Uribe.
O resultado foi alcançado por meio de uma articulação entre setores da esquerda e da direita tradicional, que se uniram para barrar o candidato de De la Espriella. A escolha do presidente do Senado é considerada estratégica para a tramitação de propostas legislativas, e a tradição política colombiana costuma favorecer aliados do presidente eleito para o cargo.
De la Espriella, advogado e empresário de 47 anos, venceu as eleições com um discurso focado no combate ao establishment. Sem uma base parlamentar sólida, o futuro governo planeja medidas como a redução de 40% da estrutura estatal, o endurecimento de operações militares contra o narcotráfico e a extinção do tribunal de paz criado em 2016.
A derrota no Legislativo aumenta a pressão sobre o presidente eleito para construir alianças antes de sua posse, marcada para 7 de agosto. Durante a campanha, De la Espriella chegou a mencionar a possibilidade de utilizar decretos presidenciais caso encontrasse resistência parlamentar.
Paralelamente ao cenário político, a equipe de transição relatou ter recebido informações de inteligência sobre um suposto plano de atentado contra o presidente eleito, envolvendo grupos como o ELN e dissidências das Farc. O futuro governo solicitou a abertura de uma investigação oficial sobre as ameaças, em um contexto de crescente preocupação com a segurança pública no país.
Fonte: G1 Mundo
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| Rodrigo Pacheco, presidente do Senado (ao centro) |
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| Rosa Weber (relatora da ação contra o orçamento secreto no STF), ao lado dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira |
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| CPMI quer investigar atos de 8 de janeiro |