Planalto pretende avançar com restrições a jogos de azar após o recesso parlamentar, citando preocupações com o endividamento das famílias

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Medida visa garantir o financiamento das agências federais até o dia 4 de dezembro

A Câmara dos Deputados dos Estados Unidos aprovou, na última terça-feira (21), um projeto de lei destinado a manter o financiamento do governo federal até o dia 4 de dezembro. A medida foi aprovada com 220 votos favoráveis e 205 contrários, em um esforço para evitar uma paralisação das atividades governamentais antes das eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro.
O projeto mantém o financiamento das agências federais nos níveis atuais de gastos. A grande maioria dos parlamentares democratas posicionou-se contra a proposta. Por outro lado, a liderança republicana defendeu a aprovação como uma forma de evitar instabilidade política e prejuízos ao ânimo dos eleitores no período pré-eleitoral.
O presidente da Câmara, Mike Johnson, afirmou que a responsabilidade por um eventual fechamento das atividades governamentais após o dia 30 de setembro recairia sobre aqueles que votassem contra a medida. Representantes republicanos destacaram que o objetivo é assegurar a continuidade dos serviços enquanto os doze projetos de lei de orçamento anual seguem em discussão nos próximos meses.
O texto segue agora para análise do Senado, onde a aprovação é incerta. Para avançar à votação final, o projeto exige o apoio de 60 senadores, o que torna necessária a colaboração de parlamentares democratas. O líder da maioria no Senado, John Thune, informou que negociações estão em curso para definir um caminho viável para a tramitação da matéria.
Fonte: CNN Brasil
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Ministro do Trabalho sugere que senadores mantenham o texto original da Câmara para evitar retorno da proposta à Casa Baixa

O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, manifestou nesta terça-feira (21.jul.2026) o desejo de que o Senado Federal aprove a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que altera a escala de trabalho 6x1 sem alterações. Segundo o ministro, a manutenção do texto aprovado pela Câmara dos Deputados permitiria uma tramitação mais rápida, evitando que a matéria precise retornar para nova análise dos deputados.
Em declaração à imprensa, Marinho afirmou que, embora o Senado possua autonomia, a expectativa do governo é que não ocorram mudanças no conteúdo da proposta. "O melhor caminho, isso é uma sugestão, é deixar como está", declarou o ministro.
A PEC em questão, aprovada pela Câmara em 27 de maio, propõe a transição da escala 6x1 para o regime 5x2, além da redução da jornada semanal de 44 para 40 horas. O texto aguarda atualmente a definição de pauta pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
Questionado sobre a possibilidade de a votação ser postergada para após as eleições de outubro, o ministro pontuou que o governo mantém disposição para o diálogo, mas ressaltou a autonomia do presidente da Casa Alta na condução do processo. "A nós resta dizer a ele que a sociedade está esperando uma ação", afirmou Marinho.
A medida é apontada como um dos pontos centrais da agenda defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e conta com o apoio do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Fonte: Poder360
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Projeto de lei garante devolução integral ou crédito ao passageiro em situações de doença grave, acidente ou falecimento de parentes

A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (14.jul.2026), o projeto de lei 1.377/2026, que assegura ao passageiro o direito ao reembolso integral de passagens aéreas em situações imprevisíveis. A medida, de autoria do deputado Sergio Souza (MDB-PR), isenta o consumidor de multas em casos de doenças graves, acidentes ou morte de parentes próximos.
Para exercer o direito, o passageiro deverá notificar a companhia aérea com antecedência mínima de 12 horas em relação ao horário do voo. O texto, relatado pelo deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO), estabelece critérios objetivos para a comprovação dos motivos, exigindo a apresentação de certidão de óbito para falecimentos de cônjuges ou parentes de até 2º grau, ou atestado e relatório médico para casos de saúde.
O projeto prevê que o reembolso possa ser convertido em crédito para uso futuro ou na remarcação da viagem, sem a cobrança de taxas adicionais. Contudo, essa alternativa só será aplicada mediante a concordância expressa do passageiro. Segundo o relator, a proposta visa padronizar a documentação aceita pelas empresas, retirando das companhias o poder exclusivo de definir os critérios de comprovação.
Os procedimentos operacionais para a aplicação da norma deverão ser regulamentados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A proposta segue agora para análise das comissões de Defesa do Consumidor e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo, antes de tramitar pelo Senado Federal.
Fonte: Poder360
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| Ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino |
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| Rosa Weber (relatora da ação contra o orçamento secreto no STF), ao lado dos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira |