sexta-feira, 21 de agosto de 2026

Sob Lula, mortes no território Yanomami disparam e superam números da gestão Bolsonaro

Dados apontam 1.121 óbitos entre 2023 e 2025, acima dos 951 registrados nos três primeiros anos da gestão anterior

O número de mortes registradas na Terra Indígena Yanomami durante os três primeiros anos do governo Luiz Inácio Lula da Silva superou o total contabilizado no mesmo período da gestão de Jair Bolsonaro.

Segundo dados do Ministério da Saúde encaminhados ao Congresso Nacional, foram registrados 1.121 óbitos entre 2023 e 2025. Entre 2019 e 2021, nos três primeiros anos do governo Bolsonaro, foram 951 mortes.

A diferença é de 170 óbitos, o que representa um aumento de aproximadamente 18% na comparação entre os dois períodos.

Os números ganham repercussão porque a situação dos Yanomami foi tratada como uma das principais emergências humanitárias pelo governo federal desde o início de 2023.

Naquele ano, o governo declarou emergência em saúde pública no território e divulgou suposta ampliação de ações de atendimento médico, distribuição de alimentos e combate ao garimpo ilegal.

Apesar das medidas supostamente adotadas, a mortalidade não só permaneceu elevada, como subiu ainda mais.


Fontes consultadas:


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