sábado, 22 de agosto de 2026
Irã declara 'vitória' sobre os EUA e promete resposta a novas sanções econômicas
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
Tensões sobem: Irã ameaça alvos americanos em solo europeu
Em meio ao impasse diplomático com Washington, o regime de Teerã estuda expandir o conflito para bases dos EUA localizadas na Bulgária e no Chipre.
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Trump desmente negociações com Irã e garante livre tráfego em Ormuz
O presidente norte-americano afirmou que não há conversas agendadas com o regime iraniano e reforçou a plena funcionalidade do Estreito de Ormuz.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
EUA retiram sanções de empresas iraquianas vinculadas à Guarda Revolucionária do Irã
Em um movimento que levanta questionamentos sobre a firmeza da política externa atual, Washington retirou restrições contra a Fly Baghdad Airlines e outras entidades ligadas ao regime iraniano.
Irã e Omã negociam reabertura do Estreito de Ormuz em meio a tensões
Em conversas a portas fechadas, Teerã e Omã buscam um acordo para normalizar o tráfego marítimo, enquanto Washington mantém pressão e exige desnuclearização.
quarta-feira, 29 de julho de 2026
Irã executa dois homens por envolvimento em protestos de janeiro
Execuções ocorrem em meio a uma onda de sentenças de morte relacionadas a manifestações antigovernamentais no país
Irã propõe plano temporário para controle de tráfego no Estreito de Ormuz
Proposta apresentada a Omã visa reabertura da rota estratégica, mas mantém exigências de segurança de Teerã
terça-feira, 28 de julho de 2026
Trump menciona negociações com Irã e mantém ameaça de ataques
Presidente dos EUA afirma que deseja evitar danos a infraestruturas iranianas, mas condiciona a paz à formalização de um novo acordo
Irã nega negociações com EUA em meio a pausa nas hostilidades
Teerã mantém diálogo restrito a Omã sobre o Estreito de Ormuz, enquanto Washington reforça prontidão militar na região
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Governo dos EUA teria pausado ataques ao Irã devido à escassez de mísseis
Relatos da imprensa norte-americana indicam que estoques reduzidos de interceptadores Patriot limitam novas ofensivas
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Trump condiciona ação militar contra Irã ao fracasso de negociações
Presidente dos Estados Unidos afirmou que suspendeu ataques para priorizar a diplomacia, mas impôs prazo curto para resultados
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quinta-feira, 23 de julho de 2026
Irã reafirma doutrina de retaliação e alerta sobre apoio a agressões
Ministro das Relações Exteriores do país declarou que qualquer suporte a ataques contra o território iraniano tornará colaboradores alvos legítimos

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, reafirmou nesta quarta-feira (22) a doutrina de defesa conhecida como "olho por olho". O governo iraniano enfatizou que qualquer agressão contra o país, incluindo ataques à sua infraestrutura, resultará em uma resposta considerada poderosa e decisiva.
Em declaração publicada na rede social X, Araghchi advertiu que aqueles que contribuírem para atos de agressão contra o Irã, independentemente da natureza do apoio, serão tratados como alvos legítimos. A posição foi reforçada em um contexto de tensões crescentes, marcadas pela retomada de hostilidades após um período de cessar-fogo e negociações entre Teerã e os Estados Unidos.
Paralelamente, o vice-ministro das Relações Exteriores e negociador iraniano, Kazem Gharibabadi, reuniu-se com embaixadores e encarregados de negócios europeus. Na ocasião, Gharibabadi argumentou que o conflito atual não oferece avanços estratégicos aos Estados Unidos e compromete a segurança regional e global. O diplomata instou os governos europeus a defenderem a Carta das Nações Unidas e o direito internacional, alertando que o fornecimento de bases ou território a agressores pode resultar na classificação desses países como parte integrante da agressão.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmaeil Baqaei, criticou a condução de audiências no Congresso americano, questionando a ausência de debates sobre os impactos humanos do conflito. Além disso, o porta-voz da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), Sardar Mahbi, emitiu um aviso a empresas de navegação, informando que a rota ao sul do Estreito de Ormuz encontra-se minada.
Fonte: InfoMoney
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Guarda Revolucionária do Irã exibe drone com imagem de Lamine Yamal
Ação ocorre em meio ao aumento das tensões entre Teerã e os Estados Unidos

A Guarda Revolucionária do Irã divulgou, na terça-feira (21.jul.2026), um vídeo de um drone que exibe uma fotografia do jogador espanhol Lamine Yamal segurando uma bandeira da Palestina. O equipamento traz ainda a inscrição: “Os apoiadores da Palestina e do Irã são os campeões do mundo”.
Lamine Yamal, de 19 anos, conquistou a Copa do Mundo de futebol masculino no dia 19 de julho de 2026. O atleta, que atua pelo Barcelona, já havia utilizado uma bandeira da Palestina em celebrações anteriores de títulos do clube espanhol.
A exibição do vídeo coincide com um período de instabilidade na região. O Comando Central dos Estados Unidos informou ter concluído o 10º dia consecutivo de ataques contra o Irã. Em resposta ao cenário de tensões, o preço do petróleo Brent registrou alta de 4,8% na manhã de quarta-feira (22.jul.2026), atingindo a marca de US$ 95.
O jogador, nascido em Esplugues de Llobregat, é filho de pai marroquino e mãe guineense. Yamal é conhecido por homenagear suas origens no bairro de Rocafonda, em Mataró, por meio de gestos que remetem ao código postal da localidade, um símbolo de orgulho para a comunidade onde foi criado.
Fonte: Poder360
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EUA investigam possível auxílio russo em ataques a instalações da CIA
Analistas apuram se Moscou forneceu tecnologia de drones ou dados de mira para ações no Oriente Médio

O governo dos Estados Unidos conduz uma investigação para determinar se a Rússia forneceu suporte técnico ou informações de mira ao Irã para a realização de ataques contra instalações da CIA no Oriente Médio. A apuração, divulgada pela agência de notícias Reuters, baseia-se em relatos de fontes da inteligência norte-americana.
Os episódios sob análise ocorreram em março, atingindo ao menos dois locais da agência de inteligência dos EUA. Um dos ataques teve como alvo a estação da CIA situada na embaixada norte-americana em Riade, na Arábia Saudita, enquanto o segundo atingiu uma instalação no leste do Iraque.
De acordo com funcionários ocidentais informados sobre os relatórios, o ataque em Riade teria envolvido dois drones do modelo Shahed, que contariam com versões aprimoradas pela Rússia. Segundo a descrição, uma das aeronaves abriu uma brecha na estrutura da embaixada, permitindo que a segunda unidade penetrasse no local antes de detonar. Não houve registro de mortes ou feridos nessas ocorrências.
Embora as autoridades dos EUA ainda não tenham chegado a uma conclusão definitiva sobre o nível de envolvimento de Moscou, analistas destacam a precisão dos ataques e o histórico de cooperação técnica entre russos e iranianos como pontos de atenção. Um memorando interno de uma agência de inteligência ocidental, citado pela reportagem, sugere que a Rússia teria desempenhado um papel no direcionamento das ações.
A preocupação com a possível colaboração russa ganhou força após um ataque a uma base aérea dos EUA na Jordânia. Na ocasião, o uso de mísseis balísticos contra instalações do Exército resultou na morte de dois soldados norte-americanos.
Fonte: Poder360
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Forças militares dos EUA mantêm ofensiva contra o Irã
Operações militares atingem a 12ª noite consecutiva sob orientação da presidência norte-americana

As forças militares dos Estados Unidos realizaram uma nova rodada de ataques contra o Irã nesta quarta-feira. A ação marca a 12ª noite consecutiva de operações militares na região, realizadas sob orientação do presidente Donald Trump.
Em comunicado oficial, o Comando Central dos EUA justificou a continuidade das missões. Segundo o órgão, o objetivo central das operações é enfraquecer a capacidade iraniana de representar ameaças a marinheiros civis e a embarcações comerciais que utilizam as rotas marítimas da região.
O cenário atual representa uma mudança em relação ao período anterior, no qual EUA e Irã mantinham um cessar-fogo e conduziam negociações voltadas ao encerramento do conflito. O quadro de hostilidades foi retomado há quase duas semanas.
Fonte: InfoMoney
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Trump afirma que Irã não deve controlar Estreito de Ormuz
Presidente dos EUA ameaçou destruir infraestrutura iraniana caso ataques a embarcações comerciais persistam na região

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta quarta-feira (22.jul.2026) que o país não depende do Estreito de Ormuz, mas ressaltou que não permitirá que o Irã exerça controle sobre a passagem ou desenvolva armamento nuclear.
A região é estratégica para o mercado global, sendo responsável pelo trânsito de cerca de 20% do fornecimento mundial de petróleo e gás. O estreito permanece sob bloqueio quase total desde o início da ofensiva liderada pelos Estados Unidos e Israel contra o território iraniano, em 28 de fevereiro.
Em um pronunciamento, Trump ameaçou destruir pontes e usinas elétricas em Teerã caso as forças iranianas continuem a realizar ataques contra embarcações comerciais na rota marítima. As declarações ocorrem em um cenário de escalada militar, após os Estados Unidos conduzirem ataques contra o Irã pela 11ª noite consecutiva.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) informou, por meio de nota, que as operações visam degradar a capacidade militar do Irã de ameaçar o tráfego comercial. Segundo o órgão, o Irã foi responsável por ataques a mais de 30 embarcações nos últimos três meses.
As ações militares americanas atingiram centros de operações, capacidades marítimas, hangares de aeronaves, instalações de armazenamento de drones e infraestrutura logística militar iraniana. Teerã, por sua vez, havia emitido alertas contra investidas direcionadas às suas instalações nucleares.
Fonte: Poder360
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Câmara dos EUA aprova pacote orçamentário de US$ 480 bilhões
Medida contempla financiamento para conflito no Irã e mudanças em leis eleitorais
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A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (22), uma proposta orçamentária de US$ 480 bilhões. A medida, que contou com apoio exclusivo da bancada republicana, foi aprovada por 216 votos a 214, enfrentando resistência de democratas e de alguns parlamentares republicanos dissidentes.
O pacote inclui a destinação de US$ 60 bilhões para o Pentágono e US$ 13 bilhões para segurança nacional, visando o financiamento da guerra contra o Irã. Além disso, a proposta prevê US$ 12 bilhões em auxílio a agricultores afetados por tarifas comerciais e US$ 10 bilhões para alterações nas leis eleitorais, alinhadas ao projeto SAVE America Act, que estabelece exigências de comprovação de cidadania para o voto.
O presidente da Câmara, Mike Johnson, defendeu a iniciativa como um esforço para avançar com as prioridades do presidente Donald Trump antes das eleições de meio de mandato. Contudo, a proposta enfrenta ceticismo no Senado e incertezas quanto à sua viabilidade legislativa final.
Parlamentares democratas criticaram a alocação dos recursos, defendendo que o montante deveria ser direcionado para demandas internas. O debate ocorre em um cenário de impasse no Congresso sobre a autorização do uso de força militar no Oriente Médio e em meio a questionamentos sobre a estratégia do governo para o Irã, que já resultou na morte de 18 militares americanos.
Fonte: G1 Mundo
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Negociador iraniano ameaça fluxo de petróleo na região
Mohammad Baqer Qalibaf declarou que segurança de infraestruturas depende de garantias ao Irã

O principal negociador do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, manifestou-se nesta quarta-feira sobre a continuidade das exportações de petróleo na região. Segundo o representante, a comercialização do produto por outros países está condicionada à capacidade do Irã de realizar suas próprias vendas.
Em publicação realizada na rede social X, Qalibaf afirmou que, caso a segurança de Teerã não seja assegurada, nenhuma infraestrutura regional estará a salvo. O negociador resumiu a posição iraniana diante do atual cenário de conflito como uma equação de "tudo ou nada".
Além das declarações sobre o mercado de energia, o representante iraniano abordou a situação estratégica do Estreito de Ormuz. Conforme Qalibaf, a segurança da rota marítima está diretamente ligada à retirada das forças norte-americanas da região.
Fonte: InfoMoney
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quarta-feira, 22 de julho de 2026
EUA investigam possível auxílio russo em ataques do Irã a instalações da CIA
Analistas apuram se Moscou forneceu tecnologia ou dados de mira para drones iranianos atingirem alvos da inteligência americana no Oriente Médio
/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/K/U/pF5kBnRIOgyXBqPetA9A/2025-08-15t231603z-80438439-rc2v7ga9ro2h-rtrmadp-3-ukraine-crisis-summit.jpg)
Agências de inteligência dos Estados Unidos investigam se a Rússia forneceu suporte técnico ou informações de mira para que o Irã realizasse ataques contra instalações da CIA no Oriente Médio. A apuração, divulgada pela agência Reuters, baseia-se em relatos de fontes ligadas à segurança nacional americana.
As autoridades ainda não chegaram a conclusões definitivas sobre o envolvimento direto de Moscou. Contudo, a precisão dos ataques e o histórico de cooperação técnica entre os dois países são apontados como indícios. Relatos indicam que pelo menos duas instalações da agência, incluindo uma estação na Arábia Saudita e outra no Iraque, foram atingidas em março.
Um memorando interno de uma agência de inteligência ocidental sugere que a Rússia teria participado da definição dos alvos. Analistas suspeitam que o Irã tenha utilizado drones Shahed aprimorados com sistemas de navegação por satélite Kometa-M, tecnologia que especialistas atribuem ao fornecimento russo para aumentar a eficácia contra sistemas de defesa.
A Casa Branca e a CIA não comentaram as investigações. O governo da Rússia, o Ministério da Defesa russo e a missão do Irã na ONU também não se manifestaram sobre as acusações. Especialistas em segurança observam que a parceria estratégica entre Teerã e Moscou visa, historicamente, reduzir a influência americana em regiões de interesse comum.
Fonte: G1 Mundo
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Irã ameaça atacar interesses dos EUA após declarações sobre instalações nucleares
Comando militar iraniano respondeu a anúncio do presidente Donald Trump sobre possível ofensiva na região da montanha Pickaxe.
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O comando militar do Irã emitiu um comunicado oficial nesta terça-feira (21) afirmando que retaliará contra interesses dos Estados Unidos e de seus aliados caso instalações nucleares iranianas sejam alvo de ataques por parte de Washington.
A posição das autoridades iranianas, divulgada pela imprensa estatal do país, surge como uma resposta direta a declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O mandatário norte-americano afirmou que pretende atacar a região da montanha Pickaxe "muito em breve".
Imagens de satélite datadas de 30 de junho de 2026 registraram a proximidade entre a instalação nuclear de Natanz e a montanha mencionada pelo presidente dos EUA. O cenário eleva a tensão diplomática e militar na região.
Até o momento, não foram detalhados quais seriam os alvos específicos ou a natureza das possíveis ações de retaliação mencionadas pelo comando militar do Irã. O caso segue em atualização conforme novos desdobramentos ocorrem.
Fonte: G1 Mundo
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