Execuções ocorrem em meio a uma onda de sentenças de morte relacionadas a manifestações antigovernamentais no país
Execuções ocorrem em meio a uma onda de sentenças de morte relacionadas a manifestações antigovernamentais no país
Apesar da redução, acidentes ainda vitimaram 1,16 milhão de pessoas em 2025 e seguem como principal causa de morte entre jovens de 5 a 29 anos

Dados divulgados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a taxa global de mortes no trânsito apresentou uma redução de 21% no período entre 2011 e 2025. O resultado foi alcançado mesmo com o acréscimo de um bilhão de veículos motorizados às vias ao redor do mundo e mudanças significativas nos padrões de mobilidade, como o aumento expressivo no uso de motocicletas.
Apesar do progresso, o cenário ainda é crítico. Em 2025, 1,16 milhão de pessoas perderam a vida em acidentes rodoviários. A OMS ressalta que as lesões decorrentes desses eventos permanecem como a principal causa de morte entre crianças e jovens na faixa etária de 5 a 29 anos.
Diante desse quadro, líderes globais adotaram uma nova declaração na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de reduzir em 50% as mortes e ferimentos graves no trânsito até 2030, tomando como base os níveis de 2021. A estratégia foca na criação de agências de segurança viária, aprimoramento da coleta de dados e implementação de legislações mais rigorosas.
A organização alerta que o progresso tem sido desigual entre as regiões. Enquanto a Europa registrou queda de 36% nas fatalidades, a região Africana apresentou um aumento de 17%. Além disso, a OMS enfatiza a necessidade de infraestruturas que priorizem a segurança dos usuários, especialmente diante da crescente urbanização e da popularização de novos meios de transporte, como patinetes e bicicletas elétricas.
Fonte: InfoMoney
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Declaração ocorre após prefeito de Nova York cogitar detenção do premiê israelense durante Assembleia Geral da ONU
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou nesta segunda-feira (20) que o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, não será detido enquanto estiver em solo americano. A manifestação do chefe do Executivo ocorre em resposta às declarações do prefeito de Nova York, Zohran Mamdani.
Em entrevista concedida no último sábado (18), Mamdani afirmou que avalia a possibilidade de tentar prender Netanyahu durante a próxima Assembleia Geral da ONU, prevista para setembro. O prefeito classificou o premiê como um "criminoso de guerra" devido a acusações do Tribunal Penal Internacional (TPI).
Mamdani admitiu, contudo, que ainda não possui clareza sobre sua autoridade legal para ordenar que o Departamento de Polícia de Nova York detenha um líder estrangeiro. O prefeito declarou que o tema está sendo debatido com sua equipe jurídica para verificar os limites da lei.
Em contrapartida, Donald Trump defendeu a atuação de Netanyahu, destacando o combate do premiê contra o Irã. O presidente americano afirmou que "os únicos que deveriam ser presos são aqueles que conduziram o Irã a esta espiral sem precedentes de morte e destruição".
O embaixador de Israel junto às Nações Unidas, Danny Danon, criticou a postura do prefeito de Nova York. Em publicação na rede social X, Danon acusou Mamdani de incitar hostilidade contra o Estado de Israel em vez de focar em suas responsabilidades administrativas e no combate ao antissemitismo na cidade.
Fonte: G1 Mundo
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