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Ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, reuniu-se com o chanceler brasileiro nas Filipinas para discutir parcerias estratégicas

O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, encontrou-se nesta quarta-feira (22.jul.2026) com o chanceler brasileiro, Mauro Vieira, durante reunião da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean), nas Filipinas. Na ocasião, o representante chinês afirmou que Pequim continuará apoiando o Brasil na defesa de sua soberania, segurança e interesses de desenvolvimento.
O encontro ocorre em um momento de tensões diplomáticas envolvendo o Brasil e os Estados Unidos, motivadas pela imposição de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros e pela classificação de facções criminosas brasileiras como organizações terroristas pelo governo norte-americano. O chanceler Mauro Vieira manifestou preocupação anterior com a possibilidade de uso de força militar estrangeira no território nacional, tese que foi negada pelo Departamento de Estado dos EUA.
Durante a reunião, Vieira solicitou a ampliação da parceria econômica entre os dois países, com foco no aprofundamento da cooperação financeira e comercial. O ministro brasileiro também defendeu o fortalecimento da coordenação mútua em fóruns internacionais, como a ONU e o bloco dos Brics.
Wang Yi destacou que a parceria estratégica entre Brasil e China está na vanguarda do cenário internacional e convidou o governo brasileiro a integrar a Organização Mundial de Cooperação em Inteligência Artificial (Waico). As autoridades discutiram ainda o avanço de projetos conjuntos em áreas prioritárias, incluindo o setor aeroespacial, conectividade e inteligência artificial.
Fonte: Poder360
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Governo brasileiro desaconselha deslocamentos para áreas afetadas por conflitos e recomenda cautela em diversos países da região
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O Ministério das Relações Exteriores atualizou, nesta terça-feira (21), o alerta consular destinado a cidadãos brasileiros que se encontram no Oriente Médio ou que planejam viajar para a região. A nova orientação, que substitui o texto divulgado em 16 de julho, reflete o agravamento das tensões locais, incluindo o bloqueio de uma importante rota de petróleo por grupos rebeldes.
O governo brasileiro recomenda formalmente que brasileiros não viajem para o Irã, Israel, sul do Líbano, Faixa de Gaza e Iêmen. Adicionalmente, o Itamaraty orienta que sejam evitadas viagens não essenciais para a Cisjordânia, Síria, Iraque, Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Arábia Saudita e as demais regiões do Líbano.
Apesar das restrições, o ministério esclarece que, até o momento, não há impedimentos para a realização de conexões aéreas em países como Jordânia, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Arábia Saudita. Aos brasileiros que já estão nessas localidades, a recomendação é manter contato constante com as embaixadas brasileiras e seguir rigorosamente as determinações das autoridades locais.
Entre as diretrizes de segurança, o Itamaraty enfatiza a necessidade de evitar aglomerações e protestos, além de monitorar a imprensa local. O órgão também alerta para que não sejam registradas imagens de instalações militares ou eventos ligados ao conflito, evitando a publicação de conteúdos que possam ser interpretados pelas autoridades como ofensivos à segurança nacional.
Em situações de emergência, como ataques ou bombardeios, a orientação é buscar abrigos imediatos, como estações de metrô ou estacionamentos subterrâneos. Para quem estiver em residências, a recomendação é permanecer em cômodos internos, protegidos por pelo menos duas paredes em relação à área externa. O ministério também sugere a manutenção de reservas de água e a verificação da validade dos documentos de viagem.
Fonte: G1 Mundo
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